Souza Feliciano Advocacia
DIREITO PREVIDENCIÁRIO · SÃO JOSÉ DO RIO PRETO

O médico atestou. O INSS negou.

Você contribuiu a vida inteira, adoeceu, levou laudo, exame e receita — e a perícia disse que você está apto. A decisão administrativa do INSS não é a palavra final, e existe prazo para contestá-la.

Dra. Thálita Darc Feliciano · OAB/SP 531.862 · Direito Previdenciário

Tem a carta de indeferimento ou o número do protocolo em mãos? Manda pelo WhatsApp que a Dra. Thálita analisa o motivo da negativa e te explica em português o que aquilo significa.

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Em qual dessas situações você está?

São três problemas diferentes, com caminhos diferentes — e a maioria das pessoas descobre isso tarde demais.

01 · PERÍCIA

A perícia negou mesmo com laudo médico

Você levou relatório do seu médico, exames, histórico de tratamento. O perito olhou por poucos minutos e concluiu que não há incapacidade. A perícia administrativa é uma avaliação — e ela pode ser contestada.

02 · ALTA PROGRAMADA

Cortaram o benefício antes da recuperação

Você ainda estava em tratamento, ainda sentia dor, ainda não tinha alta do seu médico — e mesmo assim veio a cessação. A alta programada tem regras, e existe caminho quando ela acontece cedo demais.

03 · DEMORA

O pedido está travado há meses

Protocolou, esperou, ligou no 135, entrou no Meu INSS todo dia. E continua “em análise”. Demora excessiva na resposta também tem previsão legal de solução — não é só esperar.

04 · INDEFERIMENTO

Negaram dizendo que “não foi constatada incapacidade”

É a frase mais comum das cartas de indeferimento, e ela quase nunca explica nada. O primeiro passo é entender exatamente qual foi o fundamento técnico usado — isso muda toda a estratégia seguinte.

05 · AUXÍLIO-ACIDENTE

Ficou com sequela depois de um acidente

Voltou a trabalhar, mas não do mesmo jeito. Perdeu movimento, força, audição ou capacidade. O auxílio-acidente existe justamente para a limitação que ficou — e é um dos benefícios que mais passam despercebidos.

06 · PRAZO & TEMPO

Foi negado e você desistiu na época

Muita gente recebe o “não” e para ali, achando que acabou. Dependendo de quando isso aconteceu, ainda pode haver caminho — vale ao menos descobrir antes que o tempo feche a porta.

Se você se reconheceu em alguma delas,

o próximo passo é entender o motivo exato da negativa — e ele está escrito na sua carta de indeferimento.

Quero entender minha negativa
O QUE POUCA GENTE SABE

Quatro pontos que mudam o rumo do seu caso

01

A negativa administrativa não é a palavra final

O indeferimento do INSS encerra a via administrativa daquele pedido, não o seu direito. Existem dois caminhos possíveis a partir dali: o recurso dentro do próprio INSS e a via judicial — cada um com prazo e estratégia próprios.

02

Existe prazo de 30 dias para o recurso administrativo

Contados da ciência da decisão. Perdido esse prazo, aquele caminho se fecha e sobra a via judicial. É por isso que a data que está na sua carta de indeferimento importa tanto — e é a primeira coisa que a Dra. Thálita olha.

03

Na Justiça, quem avalia é outro perito

A ação judicial não é uma repetição da mesma perícia. O juízo nomeia um perito independente, que analisa o caso do zero, com acesso a todo o histórico médico apresentado no processo.

04

A documentação certa pesa mais que a quantidade

Não é levar uma pilha de papel. É ter relatório com CID, descrição da limitação funcional, histórico de tratamento e — quando o adoecimento tem relação com o trabalho — provas da rotina: escala, metas, mensagens, testemunhas. Organizar isso é metade do caminho técnico.

Conteúdo meramente informativo em conformidade com o Provimento nº 205/2021 da OAB. Cada situação requer análise individualizada.

QUEM VAI ANALISAR O SEU CASO

Dra. Thálita Darc Feliciano

Dra. Thálita Darc Feliciano, advogada previdenciária em São José do Rio Preto, OAB/SP 531.862

Dra. Thálita Feliciano

OAB/SP 531.862 · Trabalhista e Previdenciário
OAB/SP 531.862 · 7 Anos em Direito Previdenciário

Thálita Darc Feliciano atua há 7 anos nas áreas trabalhista e previdenciária, acompanhando pessoas que chegaram ao limite da própria saúde e que, além do adoecimento, ainda enfrentam a negativa administrativa do benefício.

Do laudo médico à perícia judicial, organiza cada etapa para que a incapacidade real apareça de forma técnica no processo. Atua em benefícios por incapacidade, auxílio-acidente, aposentadorias e no reconhecimento de doenças ocupacionais — incluindo a Síndrome de Burnout, prevista na CID-11 da Organização Mundial da Saúde.

“Quem adoeceu trabalhando não pode ser tratado como número em fila de indeferimento. Meu compromisso é fazer o INSS enxergar a pessoa por trás do protocolo.”

Você não vai descobrir sozinho o que está acontecendo

Uma das maiores queixas de quem procura o escritório é ter passado meses sem saber em que pé estava o próprio processo. Aqui o combinado é outro: cada movimentação, cada exigência e cada prazo é informado — e explicado sem juridiquês.

Um escritório perto de quem precisa

O escritório fica no Parque da Cidadania, zona norte de São José do Rio Preto. Se você está afastado, com dor ou com dificuldade de locomoção, o atendimento começa pelo WhatsApp — você não precisa atravessar a cidade para ser ouvido.

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O que dizem sobre o atendimento

DÚVIDAS FREQUENTES

As perguntas que mais chegam pelo WhatsApp

Conteúdo informativo e educativo. Cada situação concreta merece análise individual — fale com a Dra. Thálita para entender o seu caso.

Sim. A decisão administrativa encerra aquele pedido, não o seu direito. A partir dela existem dois caminhos: o recurso dentro do próprio INSS, com prazo de 30 dias contados da ciência, e a via judicial, onde o caso é reavaliado por um perito nomeado pelo juízo.

A forma como a perícia foi conduzida pode e deve ser apontada. A conclusão administrativa não é definitiva, e a documentação médica que você tem continua valendo — inclusive para instruir o recurso ou a ação.

A cessação por alta programada tem regras. Se o quadro de incapacidade persiste, existem caminhos previstos — inclusive o pedido de prorrogação dentro do prazo. Quanto antes a situação for analisada, mais opções restam.

Existe prazo legal para o INSS responder. Quando a demora ultrapassa o razoável, é possível buscar solução — e essa é uma situação diferente da negativa, com estratégia própria.

A primeira conversa e o envio dos documentos podem ser inteiramente pelo WhatsApp, no seu horário. Se o caso avançar, o atendimento presencial fica disponível no escritório, no Parque da Cidadania.

Em regra: laudos e relatórios médicos com CID, exames, receitas, comprovantes de afastamento e a carta de indeferimento do INSS. Se o adoecimento tem relação com o trabalho, somam-se provas da rotina: escalas, metas, mensagens e testemunhas. Se você não tem tudo, não deixe de perguntar — parte da documentação pode ser obtida depois.

Você já esperou tempo demais por uma resposta.

Manda a sua carta de indeferimento ou o número do protocolo. A Dra. Thálita analisa o motivo da negativa e te explica, em português, quais caminhos a lei prevê para o seu caso — com sigilo e sem compromisso de contratação.

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