A perícia negou mesmo com laudo médico
Você levou relatório do seu médico, exames, histórico de tratamento. O perito olhou por poucos minutos e concluiu que não há incapacidade. A perícia administrativa é uma avaliação — e ela pode ser contestada.
Você contribuiu a vida inteira, adoeceu, levou laudo, exame e receita — e a perícia disse que você está apto. A decisão administrativa do INSS não é a palavra final, e existe prazo para contestá-la.
Tem a carta de indeferimento ou o número do protocolo em mãos? Manda pelo WhatsApp que a Dra. Thálita analisa o motivo da negativa e te explica em português o que aquilo significa.
São três problemas diferentes, com caminhos diferentes — e a maioria das pessoas descobre isso tarde demais.
Você levou relatório do seu médico, exames, histórico de tratamento. O perito olhou por poucos minutos e concluiu que não há incapacidade. A perícia administrativa é uma avaliação — e ela pode ser contestada.
Você ainda estava em tratamento, ainda sentia dor, ainda não tinha alta do seu médico — e mesmo assim veio a cessação. A alta programada tem regras, e existe caminho quando ela acontece cedo demais.
Protocolou, esperou, ligou no 135, entrou no Meu INSS todo dia. E continua “em análise”. Demora excessiva na resposta também tem previsão legal de solução — não é só esperar.
É a frase mais comum das cartas de indeferimento, e ela quase nunca explica nada. O primeiro passo é entender exatamente qual foi o fundamento técnico usado — isso muda toda a estratégia seguinte.
Voltou a trabalhar, mas não do mesmo jeito. Perdeu movimento, força, audição ou capacidade. O auxílio-acidente existe justamente para a limitação que ficou — e é um dos benefícios que mais passam despercebidos.
Muita gente recebe o “não” e para ali, achando que acabou. Dependendo de quando isso aconteceu, ainda pode haver caminho — vale ao menos descobrir antes que o tempo feche a porta.
o próximo passo é entender o motivo exato da negativa — e ele está escrito na sua carta de indeferimento.
O indeferimento do INSS encerra a via administrativa daquele pedido, não o seu direito. Existem dois caminhos possíveis a partir dali: o recurso dentro do próprio INSS e a via judicial — cada um com prazo e estratégia próprios.
Contados da ciência da decisão. Perdido esse prazo, aquele caminho se fecha e sobra a via judicial. É por isso que a data que está na sua carta de indeferimento importa tanto — e é a primeira coisa que a Dra. Thálita olha.
A ação judicial não é uma repetição da mesma perícia. O juízo nomeia um perito independente, que analisa o caso do zero, com acesso a todo o histórico médico apresentado no processo.
Não é levar uma pilha de papel. É ter relatório com CID, descrição da limitação funcional, histórico de tratamento e — quando o adoecimento tem relação com o trabalho — provas da rotina: escala, metas, mensagens, testemunhas. Organizar isso é metade do caminho técnico.
Conteúdo meramente informativo em conformidade com o Provimento nº 205/2021 da OAB. Cada situação requer análise individualizada.
Thálita Darc Feliciano atua há 7 anos nas áreas trabalhista e previdenciária, acompanhando pessoas que chegaram ao limite da própria saúde e que, além do adoecimento, ainda enfrentam a negativa administrativa do benefício.
Do laudo médico à perícia judicial, organiza cada etapa para que a incapacidade real apareça de forma técnica no processo. Atua em benefícios por incapacidade, auxílio-acidente, aposentadorias e no reconhecimento de doenças ocupacionais — incluindo a Síndrome de Burnout, prevista na CID-11 da Organização Mundial da Saúde.
“Quem adoeceu trabalhando não pode ser tratado como número em fila de indeferimento. Meu compromisso é fazer o INSS enxergar a pessoa por trás do protocolo.”
Uma das maiores queixas de quem procura o escritório é ter passado meses sem saber em que pé estava o próprio processo. Aqui o combinado é outro: cada movimentação, cada exigência e cada prazo é informado — e explicado sem juridiquês.
O escritório fica no Parque da Cidadania, zona norte de São José do Rio Preto. Se você está afastado, com dor ou com dificuldade de locomoção, o atendimento começa pelo WhatsApp — você não precisa atravessar a cidade para ser ouvido.
“Contribuí trinta e dois anos da minha vida. Quando adoeci e o INSS negou, eu chorei de raiva, não de tristeza. Cheguei aqui achando que ia ouvir de novo que eu não tinha direito. Foi a primeira vez que alguém pegou a minha carta de indeferimento e me explicou, palavra por palavra, o que estava escrito ali.”
“Cortaram meu benefício e eu ainda não conseguia levantar direito da cama. Fiquei sem chão, com conta pra pagar e sem poder trabalhar. O que me segurou foi ter alguém do meu lado explicando cada passo, sem me deixar no escuro. Isso, pra quem está desesperado, vale muito.”
“O perito me atendeu em cinco minutos e nem abriu o envelope dos meus exames. Saí de lá me sentindo humilhada, como se eu estivesse mentindo sobre a minha própria dor. Aqui foi o contrário: me ouviram até o fim e organizaram todo o meu histórico médico com cuidado.”
“Meu pedido ficou meses parado em análise. Eu ligava no 135, entrava no aplicativo todo dia, e nada. O que mais me marcou foi ser avisado de cada movimentação sem eu precisar ficar perguntando. Não sumiram comigo.”
“Adoeci por causa do trabalho e todo mundo dizia que era frescura minha, que era da cabeça. Aqui me trataram com respeito e me explicaram que aquilo tinha nome, tinha código e tinha caminho. Sair de uma conversa sabendo mais do que quando entrou muda tudo.”
“Depois do acidente eu voltei a trabalhar, mas nunca mais fui o mesmo — perdi força na mão e ninguém nunca tinha me falado que isso podia ter algum direito. Descobri numa conversa de WhatsApp, sem custo nenhum e sem pressão pra contratar nada.”
Conteúdo informativo e educativo. Cada situação concreta merece análise individual — fale com a Dra. Thálita para entender o seu caso.
Sim. A decisão administrativa encerra aquele pedido, não o seu direito. A partir dela existem dois caminhos: o recurso dentro do próprio INSS, com prazo de 30 dias contados da ciência, e a via judicial, onde o caso é reavaliado por um perito nomeado pelo juízo.
A forma como a perícia foi conduzida pode e deve ser apontada. A conclusão administrativa não é definitiva, e a documentação médica que você tem continua valendo — inclusive para instruir o recurso ou a ação.
A cessação por alta programada tem regras. Se o quadro de incapacidade persiste, existem caminhos previstos — inclusive o pedido de prorrogação dentro do prazo. Quanto antes a situação for analisada, mais opções restam.
Existe prazo legal para o INSS responder. Quando a demora ultrapassa o razoável, é possível buscar solução — e essa é uma situação diferente da negativa, com estratégia própria.
A primeira conversa e o envio dos documentos podem ser inteiramente pelo WhatsApp, no seu horário. Se o caso avançar, o atendimento presencial fica disponível no escritório, no Parque da Cidadania.
Em regra: laudos e relatórios médicos com CID, exames, receitas, comprovantes de afastamento e a carta de indeferimento do INSS. Se o adoecimento tem relação com o trabalho, somam-se provas da rotina: escalas, metas, mensagens e testemunhas. Se você não tem tudo, não deixe de perguntar — parte da documentação pode ser obtida depois.
Manda a sua carta de indeferimento ou o número do protocolo. A Dra. Thálita analisa o motivo da negativa e te explica, em português, quais caminhos a lei prevê para o seu caso — com sigilo e sem compromisso de contratação.
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Souza Feliciano Advocacia — Dra. Thálita Darc Feliciano
Rua Anérsio dos Santos, 211 — Parque da Cidadania
São José do Rio Preto/SP — CEP 15047-206
WhatsApp: (17) 98169-1682